Rock in Rio 2026: 4 dicas para se deslocar pelo Rio durante os dias de festival
O Rock in Rio 2026 acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, na Cidade do Rock, e deve levar milhares de pessoas à Zona Oeste do Rio de Janeiro. Com o aumento do fluxo de pessoas na cidade durante os dias de festival, os deslocamentos podem exigir um pouco mais de planejamento, especialmente em horários de maior movimento.
Na edição de 2024, vias da região da Barra da Tijuca e de bairros próximos registraram trânsito intenso e lento no primeiro dia do festival. Entre 16h e 20h, o congestionamento médio no Rio chegou a 130 quilômetros. Para quem circula pela cidade durante os dias de evento, a recomendação é considerar as condições do trânsito e pensar previamente nas diferentes etapas do trajeto.
Para Cadu Souza, diretor de Operações da Whoosh, grandes eventos alteram a dinâmica de circulação da cidade e tornam importante pensar em alternativas para os diferentes trechos da viagem.
“Quando milhares de pessoas chegam ao Rio para um grande evento, a movimentação não fica restrita ao local dos shows. O fluxo de pessoas aumenta em diferentes regiões e pode impactar o trânsito e os deslocamentos de forma geral. Por isso, vale planejar a viagem considerando cada trecho e avaliar qual modal faz mais sentido para cada momento. Em percursos curtos, a micromobilidade pode ser uma alternativa para complementar outros meios de transporte”, afirma Cadu Souza.
Para ajudar quem vai ao Rock in Rio ou precisa circular pela cidade durante os dias de festival, a Whoosh reuniu algumas orientações para planejar os deslocamentos:
1. Considere o aumento do fluxo na cidade
Durante grandes eventos, o volume de pessoas circulando pelo Rio aumenta e pode impactar o trânsito em diferentes horários e regiões. Por isso, quem precisa se deslocar pela cidade deve considerar possíveis alterações no tempo de viagem e evitar deixar o planejamento para a última hora.
Consultar as condições de trânsito antes de sair e reservar tempo adicional para o percurso são medidas simples que podem evitar imprevistos.
2. Combine diferentes meios de transporte
Nem sempre um único modal precisa ser responsável por todo o percurso. Dependendo da distância, do horário e do destino, diferentes meios de transporte podem atender melhor a cada etapa da viagem.
Para distâncias maiores, o transporte coletivo pode ser uma opção adequada, enquanto alternativas como caminhada, bicicleta e patinete elétrico podem complementar o trajeto em percursos mais curtos. O importante é avaliar as opções disponíveis e escolher a combinação que faça sentido para cada deslocamento.
“Não existe um único modal que seja ideal para todos os deslocamentos. Cada meio de transporte atende melhor a determinados trajetos. O importante é que o usuário consiga avaliar as opções disponíveis e escolher a combinação que faça sentido para a viagem que precisa realizar”, afirma Cadu.
3. Fique de olho na última milha
Um dos trechos que podem exigir mais planejamento é justamente a chamada última milha, que corresponde à distância entre uma estação, um ponto de desembarque ou outro meio de transporte e o destino final.
É nesse tipo de deslocamento que a micromobilidade pode entrar como alternativa. Segundo dados da Whoosh, a média das corridas realizadas pela empresa no Brasil é de aproximadamente 2 quilômetros, com duração de 12 minutos, perfil associado aos deslocamentos urbanos de curta distância.
“O transporte público cumpre um papel fundamental nos deslocamentos pela cidade, principalmente nas distâncias maiores. Mas muitos trajetos ainda têm um trecho entre a estação e o destino final. É nesse espaço que alternativas de micromobilidade podem ajudar o usuário a completar a viagem”, explica o diretor de operações da Whoosh.
4. Consulte as opções disponíveis no seu trajeto
Para quem pretende utilizar uma patinete elétrica em algum momento da viagem, é importante consultar previamente a área de operação e os pontos disponíveis no aplicativo.
A Whoosh opera com pontos de estacionamento virtuais. Os usuários localizam os veículos pelo aplicativo, realizam o desbloqueio e, ao final do percurso, devem encerrar a viagem em um ponto autorizado. O modelo mantém as patinetes organizadas e concentradas em locais específicos da cidade.
No caso da micromobilidade, a patinete elétrica pode ser utilizada em trajetos curtos e como conexão entre diferentes pontos da cidade. No Rio de Janeiro, a Whoosh opera desde 2024, com utilização tanto em deslocamentos cotidianos na região central quanto aos fins de semana na Zona Sul.
Com o Rock in Rio movimentando a cidade durante sete dias de setembro, a mobilidade passa a fazer parte do planejamento de quem vai ao festival e também de quem precisa circular pelo Rio durante o período. Consultar as condições de trânsito, conhecer as opções disponíveis e pensar previamente em cada trecho do percurso pode ajudar a tornar os deslocamentos mais previsíveis, mesmo com o aumento do fluxo de pessoas.
Larissa Neiva 11992688246 [email protected]
